Depois de seis anos, o Centro Universitário Estadual da Zona Oeste
(Uezo) vai deixar de viver de favor. Desde que foi inaugurada, em 2005, a
Uezo funciona de maneira improvisada na Escola Estadual Sarah
Kubitschek, em Campo Grande. Entretanto, essa situação deve mudar em
2013, quando estará concluída a construção de um campus de 16.000m² a
22.000m² às margens da Avenida Brasil. A obra custará R$ 40 milhões e permitirá que, em vez dos atuais
1,6 mil alunos, sejam atendidos até 9 mil. O terreno, que possui 132 mil
metros quadrados, pertencia à Companhia de Desenvolvimento Industrial,
do governo estadual.
Com instalações próprias, a Uezo poderá se consolidar como polo
tecnológico. A universidade já tem parcerias com a Marinha, a Gerdau e a
Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep). Dentre as metas, está a de
formar mão de obra para engenharia nuclear para o submarino atômico
desenvolvido pela Armada e a usina de Angra III. Postagens Populares.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Uezo terá campus próprio até o fim de 2013.
Depois de seis anos, o Centro Universitário Estadual da Zona Oeste
(Uezo) vai deixar de viver de favor. Desde que foi inaugurada, em 2005, a
Uezo funciona de maneira improvisada na Escola Estadual Sarah
Kubitschek, em Campo Grande. Entretanto, essa situação deve mudar em
2013, quando estará concluída a construção de um campus de 16.000m² a
22.000m² às margens da Avenida Brasil. A obra custará R$ 40 milhões e permitirá que, em vez dos atuais
1,6 mil alunos, sejam atendidos até 9 mil. O terreno, que possui 132 mil
metros quadrados, pertencia à Companhia de Desenvolvimento Industrial,
do governo estadual.
Com instalações próprias, a Uezo poderá se consolidar como polo
tecnológico. A universidade já tem parcerias com a Marinha, a Gerdau e a
Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep). Dentre as metas, está a de
formar mão de obra para engenharia nuclear para o submarino atômico
desenvolvido pela Armada e a usina de Angra III.
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