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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Rio obteve o maior saldo comercial da história.

O Rio obteve o maior saldo comercial da história em 2017. Foram US$ 21,7 bilhões em exportações contra US$ 11,1 bilhões em importações, gerando um superávit recorde de US$ 10,6 bilhões, mais que o dobro do registrado em 2016. O resultado representou 17% do saldo positivo nacional (US$ 67 bilhões) e colocou o Rio com uma participação de 10% no total de todas as vendas externas do país. Os dados são do Boletim de Comércio Exterior do Rio de Janeiro, produzido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). As exportações do Rio avançaram 26% no comparativo com o ano anterior, de 2016. É o segundo ano consecutivo de incremento. No comparativo mensal, as exportações avançaram em 10 dos 12 meses de 2017. Já as importações caíram em todos os meses, exceto fevereiro.

Fonte - Portal do Governo do Estado

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Indústria de embalagens de papelão é inaugurada em Saquarema.

A Paper Box, indústria de embalagens de papelão que recebeu financiamento da AgeRio (Agência Estadual de Fomento) no valor de R$ 6,5 milhões, foi inaugurada, nesta quinta-feira (3/7), em Saquarema, na Região da Baixada Litorânea. O crédito foi empregado na implantação da indústria, que teve o investimento total de R$ 13,4 milhões. A expectativa de faturamento da fábrica é de R$ 60 milhões de toneladas de embalagens de papelão ao ano.


Fonte - Portal do Governo do Estado

domingo, 24 de novembro de 2013

Rio de Janeiro passa a ter 2ª maior indústria do país, segundo o IBGE.

O Estado do Rio de Janeiro ultrapassou Minas Gerais em 2011 e passou a ocupar a segunda posição no Produto Interno Bruto (PIB) industrial do País, que era dos mineiros em 2010, quando a indústria fluminense ocupava o terceiro lugar no ranking nacional. De acordo com a pesquisa de Contas Regionais divulgada pelo IBGE na última sexta-feira (22), a indústria fluminense, que tinha 10,7% do PIB industrial nacional em 2010, elevou essa fatia para 12,3% em 2011. Minas, por sua vez, aumentou, no período, a participação de 11,4% para 11,5%, caindo para a terceira posição. O primeiro lugar nesse indicador prossegue com São Paulo (31,3%) que, no entanto, ao contrário do Rio, registrou um recuo na participação em relação a 2010 (33,3%). Ainda no Sudeste, no mesmo período, houve um pequeno aumento no Espírito Santo (de 2,7% para 3,1%).A pesquisa do IBGE mostra também que a indústria ganhou participação no PIB fluminense de 2010 para 2011, passando de 28,1% para 30,4% no período. Em São Paulo, no mesmo período, a fatia da indústria no PIB estadual passou de 29,1% para 27,4%.

Fonte - Portal do Governo do Estado

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Pesquisa aponta crescimento de empregos e renda no Rio.

Levantamento da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostrou que o número de desempregados caiu 0,6% entre junho e julho deste ano no Rio de Janeiro. No último mês, o índice ficou em 4,7%, enquanto a taxa média das seis regiões metropolitanas do país pesquisadas foi de 5,6%. De acordo com a PME, o número de empregos com carteira assinada cresceu 3,1% em relação a julho de 2012. Foram 74 mil novos trabalhadores fluminenses contratados pelo setor privado no último ano. A Indústria foi a área que mais contabilizou oportunidades, com alta de 8,2% entre junho e julho. As fábricas ganharam 51 mil novos funcionários apenas em um mês. O segundo lugar é da Construção Civil, que tem quatro mil operários a mais. Os moradores do Rio também tiveram um aumento no rendimento médio real de 4% em relação a julho do ano passado. A estimativa da renda ficou em R$ 1.949,50, contra R$ 1.874,44 no mesmo período de 2012. O setor industrial fluminense foi o que apresentou a alta mais significativa entre as seis regiões pesquisadas: 10% em relação ao mesmo mês de 2012.

Fonte - Portal do Governo do Estado

terça-feira, 4 de junho de 2013

Setor de Alimentos atrai mais de R$ 2,6 bilhões em investimentos.

O setor Alimentício e de Bebidas já acumula mais de R$ 2,63 bilhões em investimentos no Estado do Rio desde o fim de 2011, e atrai grandes empresas. Com a abertura de novas fábricas, a expectativa é de que seis mil empregos sejam gerados até 2016. Entre os maiores empreendimentos que chegam ao Rio de Janeiro está o da Coca-Cola. O município de Duque de Caxias receberá uma engarrafadora da empresa com investimento de R$ 1 bilhão. Até o fim de 2014, a gigante dos refrigerantes inaugura também um centro de distribuição na cidade. Outro grande nome do setor, a Nestlé Waters, investirá R$ 117,3 milhões em uma unidade engarrafadora de água mineral, em Silva Jardim. De acordo com a presidente da Codin, o setor de alimentos e bebidas precisa de mão de obra especializada. Entre as principais necessidades estão operadores de máquinas, além de profissionais responsáveis pelas misturadoras e assadoras dos produtos. Para atrair estes empregos, o Estado aposta em incentivos fiscais.

Fonte - Portal do Governo do Estado

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Carnaval fluminense movimentará US$ 655 milhões.

Uma indústria que a cada ano cresce e gera emprego e renda para a população fluminense, o Carnaval dá muito mais do que samba para o Estado do Rio de Janeiro. A expectativa é de que os festejos de Momo movimentem aproximadamente US$ 655 milhões, número 5,8% superior ao registrado no ano passado.O superintendente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro e autor do estudo “Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval”, Luiz Carlos Prestes Filho, lembra ainda que os festejos geram mais de 250 mil novos postos de trabalho, o que, financeiramente, corresponde a 30% do esperado em movimentação financeira. Prestes destaca que, de acordo com seu estudo, 89% do montante movimentado no período são fomentados por atividades de turistas e foliões cariocas – que incluem transportes, alimentação e bebidas, eventos e compras, e alojamento. Segundo a Prefeitura, 900 mil turistas são esperados para os festejos.

Fonte - Portal do Governo do Estado