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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

População de rua terá abrigo no Centro com capacitação profissional.

A chance de ver suas vidas transformadas pode estar mais perto do que parece para muitas pessoas em situação de rua na cidade. Nesta quarta-feira (29/11), a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMASDH) abrirá, na Central do Brasil, um abrigo com 140 vagas. Como uma espécie de "hotel", o local oferecerá pernoite para aqueles que, mesmo possuindo uma atividade que gere renda, não têm onde dormir. No local, os novos moradores que se interessarem, serão encaminhados à capacitação e poderão ingressar no mercado formal de trabalho. Isso é fruto de parceria da Prefeitura do Rio com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RJ), que oferecerá os cursos e poderá aproveitá-los na rede hoteleira carioca. O espaço pertencia ao Governo do Estado e será administrado pelo governo municipal por meio de parceria com a Fundação Leão XIII. O local permitirá que aqueles que trabalham de dia possam passar a noite lá, assim como aqueles que descansam durante o dia e trabalham à noite. Com esse rodízio, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMASDH) acredita que número de beneficiados pode chegar a 280. Com a cota estadual, esta quantidade sobe para 400 pessoas atendidas. No local, funcionará um posto do Centro Popular, mais conhecido como "Centro POP", no qual os novos moradores serão recebidos e farão seu cadastro. Ali, além da acolhida, receberão informações sobre os cursos profissionalizantes oferecidos pela ABIH. Em breve, o Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio) também poderá oferecer cursos de capacitação e inserção no mercado de trabalho. As conversas com a prefeitura já começaram.

Fonte - Portal da Prefeitura do Rio

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Frio intenso faz aumentar demanda por abrigos da Prefeitura do Rio.

A onda de frio que atinge o Rio tem provocado aumento na procura pelos abrigos da Prefeitura. De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS), subiu em cerca de 30% a demanda por acolhimento nas últimas semanas. A Prefeitura do Rio conta com 2177 vagas em abrigos para pessoas que vivem em situação de rua. Elas estão distribuídas em 37 abrigos próprios e outros 24 conveniados. Em cada uma dessas unidades são verificadas as demandas de saúde, documentação, entre outras, de cada pessoa abrigada. Segundo a SMDS, o ingresso nos abrigos se dá por meio de uma central de recepção, instalada na Ilha do Governador. Os moradores de rua chegam até lá encaminhados pelas equipes de abordagem da secretaria, que percorrem os pontos da cidade onde comumente estão instalados os moradores de rua.

Fonte - G1

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Prefeitura inaugura novo abrigo para bebês.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) inaugurou nesta sexta-feira (08/11) as novas instalações da Unidade de Reinserção Social (URS) Ana Carolina, à Rua Professor Lacê, 57, em Ramos, na Zona Norte. A unidade é especializada no acolhimento temporário de crianças entre 0 e 6 anos de idade em situação de extrema vulnerabilidade social. Com esta URS, a rede acolhedora do município aumenta o número de vagas voltadas para essa faixa etária. O novo Ana Carolina funciona nas proximidades do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Nelson Carneiro, do Conselho Tutelar de Ramos e disponibilizará 20 vagas. A unidade conta com uma equipe multidisciplinar especializada formada por assistentes sociais, psicólogos e educadores sociais. Uma nutricionista garante uma alimentação saudável e compatível com cada faixa etária dos acolhidos.
 
Fonte - Portal da Prefeitura do Rio

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Rio vai ganhar mais 4 abrigos contra o Crack.

Primeiro estado do País a ser contemplado com o Plano Nacional de Enfrentamento ao Uso do Crack, do Governo Federal, o Rio deve criar em breve mais quatro abrigos para crianças e adultos dependentes da droga. Ao todo, segundo o secretário municipal de Assistência Social, Rodrigo Bethlem, serão disponibilizados pelo menos mais 80 leitos para casos emergenciais. Hoje, são 160 vagas só para crianças e adolescentes, em cinco unidades. O Rio foi escolhido para implementar primeiramente o plano por causa das ações conjuntas entre as polícias Civil e Militar, e órgãos de saúde e assistência social do estado e município, que vêm sendo desencadeadas desde o ano passado. A cidade foi uma das primeiras a fazer o acolhimento compulsório de menores de idade usuários de crack, e o programa, vem dando resultados.
Fonte - Jornal O Dia