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terça-feira, 17 de abril de 2018

Produção industrial do Rio cresce em fevereiro.

A Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, do IBGE, aponta que a produção industrial do Rio de Janeiro registrou saldo positivo de 1,2% em fevereiro, no comparativo com o mês anterior, na série com ajuste sazonal. O resultado é o quarto melhor entre as 15 unidades da federação pesquisadas. Para o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Alberto Mofati, o resultado evidencia a retomada da produção industrial no estado.



Fonte - Portal do Governo do Estado

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Carnaval 2018 deve injetar R$ 11 bilhões na economia.

Após um ano de crise, em que algumas cidades chegaram a cancelar a folia em 2017, o carnaval de 2018 deve injetar R$ 11,14 bilhões na economia brasileira. Os dados são do Ministério do Turismo, que fala ainda no aumento da movimentação de turistas e na alta taxa de ocupação da rede hoteleira. De acordo com o governo, 10,6 milhões de brasileiros devem viajar entre os dias 9 e 13 de fevereiro e 400 mil estrangeiros são esperados para curtir a folia no país. Seis cidades são responsáveis por atrair o maior número de foliões. Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Recife e Olinda são responsáveis por 65% de toda a movimentação financeira no período: R$ 7, 4 bilhões.

Fonte - G1

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Crise financeira faz aumentar em 463% os vendedores de quentinhas no Rio.

A venda de quentinhas se tornou uma maneira para muitos moradores do Rio que foram impactados pela crise econômica driblarem a falta de dinheiro e o desemprego. Em apenas um ano, o comércio de refeições cresceu 463%, de acordo com o IBGE. No segundo trimestre de 2016 havia 7.992 vendedores de quentinhas pela cidade. Um ano depois, esse número subiu para 45 mil. Os vendedores costumam chegar nos pontos por volta das 8h. A maioria das refeições é vendida por R$ 10 ou R$ 12. Muitas contam com uma bebida ou um docinho para a sobremesa como uma forma de conquistar a clientela.

Fonte - G1

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Utilização da marca Rio impulsiona economia Fluminense.

A marca Rio ganhou força no mercado e já é utilizada em produtos feitos no estado. Os setores de agroindústria e serviços já têm selos de identificação. Na área de eventos, o calendário do programa Rio de Janeiro a Janeiro deve contribuir para a disseminação do conceito. Alguns exemplos da utilização da marca Rio é feito no Polo Moda Praia em Cabo Frio, o maior do estado; ou o selo do segmento de joias e bijuterias (Moda Rio) da Firjan/Fecomércio. A produção da agroindústria do Rio de Janeiro também conta desde 2013 com o selo Produzido no RJ. A marca divulga os produtos de origens animal e vegetal fluminense e busca ressaltar a qualidade dos produtos do estado. A cachaça artesanal Chico Tobias, produzida em Conceição de Macabu, no Norte Fluminense, foi o primeiro produto da agroindústria a receber o selo.

Fonte - Portal do Governo do Estado

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Jogos foram melhor que o carnaval para economia do Rio.

A Olimpíada terminou com ao menos dois setores da economia carioca se sentindo com o ouro no peito: hotelaria e bares e restaurantes. Os hotéis do Rio bateram 94% de ocupação média entre 1º e 21 de agosto, num ano em que a taxa vinha oscilando em torno de 40%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ). Já no segmento de alimentação, as vendas subiram em torno de 45%, revertendo perdas de até 25% registradas de janeiro a julho, de acordo com o SindRio, que reúne os bares e restaurantes da cidade. — Foi muito bom. A hotelaria registrou um recorde de quase 56 mil quartos ocupados. O melhor é que foram três semanas de hotéis praticamente lotados. Pesa no resultado do ano porque estávamos com a ocupação em torno de 40% — explicou Alfredo Lopes, presidente da ABIH-RJ. — O sucesso da Olimpíada é relevante em estimativas de aumento na captação de turistas nacionais e internacionais para o Rio, o que pode aliviar a preocupação com a situação pós-Jogos.

Fonte - Jornal O Globo

sábado, 13 de agosto de 2016

Olimpíada vai movimentar US$ 1,8 bilhão na economia do Rio.

A Riotur (Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro) estima que o Rio receba 650 mil turistas nacionais e 350 mil estrangeiros no período dos Jogos Olímpicos. O evento, segundo a empresa, vai injetar cerca de US$ 1,8 bilhão na economia da cidade. Na Copa do Mundo de 2014, por exemplo, houve movimentação de R$ 4,4 bilhões em 31 dias de competição. Já no Réveillon deste ano foram gerados US$ 686 milhões (R$ 2,2 bilhões). Já o interior do estado recebe 20% do total de turistas que estão na capital por causa dos Jogos Olímpicos. A ABIH-RJ (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), que faz, com regularidade, pesquisas na hotelaria da capital e nas cidades fluminenses, constatou que, às vésperas da Rio 2016, os hotéis do interior registravam média de 84% de ocupação, sendo que alguns municípios ultrapassavam os 95%. Segundo o secretário de Turismo, Nilo Sergio Felix, a procura foi tanto pela Serra quanto pelo litoral. – As taxas evidenciam que os municípios do interior estão despontando, cada vez mais, como opções de viagens dos turistas nacionais e internacionais. Esse enorme fluxo de visitantes nas regiões turísticas vai movimentar a economia – disse Nilo Sergio Felix.
 
Fonte - Portal do Governo do Estado

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Apesar da crise, pesquisa mostra que Olimpíada manteve economia do Rio aquecida.

Pesquisa do FGV Social coordenada por Marcelo Neri mostra que a Olimpíada manteve a economia carioca aquecida. Entre 2008 e 2016, a renda per capita cresceu 30,3% no Rio, contra 18,2% nos demais municípios do Grande Rio. Em tempo... O Rio é, entre as 27 capitais brasileiras, desde 2013, aquela onde a renda do trabalho mais cresceu.
Fonte - Ancelmo Gois / Jornal O Globo

domingo, 15 de maio de 2016

Eventos turísticos devem fazer economia da Costa Verde crescer 40%.

Um calendário de eventos inspirado pelo Mapa Estratégico do Comércio (do sistema Fecomércio) coloca na programação da Costa Verde uma expectativa de crescimento de 40% na economia local, em comparação ao ano passado. A estimativa dos organizadores é arrecadar R$ 33 milhões em seis atividades neste ano, que irá envolver 800 empresas. E usa como trunfo a aposta na culinária para atrair milhares de turistas, mesmo em tempos de crise. O primeiro desafio será em Mangaratiba, sede da primeira etapa do evento batizado como ‘Gastronomia do Mar’, no fim do mês. No mês seguinte, o evento itinerante irá para Angra dos Reis. E encerra o seu ciclo no fim de julho, em Paraty. A ideia é atrair 26 mil pessoas nos três eventos, arrecadando R$ 8,5 milhões. O calendário ainda inclui outros três eventos, todos em Angra dos Reis. Entre junho e julho, o município pretende arrecadar R$ 20 milhões, incluindo na programação o ‘Festival Internacional de Teatro, com a exibição de 51 peças, entre 3 e 19 de junho. No mês seguinte, o ‘Angra Mais Por Menos’ irá oferecer preços promocionais no comércio para atrair turistas. Em outubro, o calendário será encerrado com o ‘Costa Verde Negócios’, evento com 12 anos de existência, que reúne empresários e consumidores para apresentar novidades do mercado.

Fonte - Jornal O Dia

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Rock in Rio pôs R$ 625 milhões na economia da cidade.

Além de oferecer música, o Rock in Rio 2015 animou a economia da cidade. Durante as duas semanas do festival, os gastos dos turistas tiveram um impacto econômico calculado em R$ 624,9 milhões (ou R$ 103,9 milhões a mais do que os R$ 521 milhões na edição anterior, em 2013). Os dados foram divulgados pelo Observatório do Turismo do Estado do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense. A pesquisa também mostrou que entre os 595 mil espectadores deste ano, 335.104 eram turistas. Ou seja: mais da metade (56,32%) do público. Destes turistas, 97,7% eram brasileiros. Paulistas (35%) e mineiros (15%) representaram a maior fatia dos visitantes. Entre os estrangeiros, a maior parte veio de Argentina, México, Portugal e Inglaterra. Eles permaneceram na cidade de 7 a 8 dias, em média, enquanto os turistas nacionais ficaram, em média, de 4 a 5 dias no Rio. A pesquisa mostra que 68% dos visitantes vieram atraídos pelo evento como um todo, enquanto 27% viajaram pensando em uma banda ou cantor específico. A maior parte era de jovens entre 15 e 17 anos. O levantamento, feito junto a 616 turistas durante os quatro primeiros dias do evento, revela ainda que as maiores queixas foram relacionadas a preços altos, segurança e limpeza urbana, enquanto a hospitalidade foi o item mais bem avaliado.

Fonte - Jornal O Globo

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Carnaval fluminense movimentará US$ 950 milhões.

Conhecido internacionalmente como expressão cultural do povo brasileiro, o Carnaval do Rio de Janeiro tornou-se fonte de negócios para o estado. Principal festa do calendário fluminense, o festejo movimentará, em 2014 em torno de US$ 950 milhões segundo dados da Riotur e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro. Desse total, cerca de US$ 750 milhões equivalem apenas ao turismo nessa época do ano, atraído pelos dias de folia. O restante refere-se aos investimentos em escolas de samba, eventos paralelos, decoração e organização dos blocos de rua. O valor que será movimentado pelo turismo é cerca de 10% superior ao do ano passado quando US$ 665 milhões foram gerados durante o período nos hotéis, restaurantes, bares e casas de show. Historicamente, o Carnaval tem um aumento no volume de negócios gerados anualmente que varia, de 5% a 7%. O maior prazo que antecede o Carnaval esse ano, (janeiro a março) contribui para um acréscimo maior no volume movimentado.

Fonte - Portal do Governo do Estado

domingo, 29 de setembro de 2013

Rock in Rio gerou impacto de cerca de R$ 1 bilhão no Rio.

O Rock in Rio divulgou nesta sexta-feira (27) os dados do último balanço da edição de 2013. Os números mostram que mais de 595 mil pessoas passaram pelo evento nos sete dias em que ocorreram (13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro), com impacto positivo na economia do Rio de Janeiro de até R$ 1 bilhão, segundo a organização do evento. A rede hoteleira carioca teve ocupação média de 90%, segundo estimativas da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro (Riotur). Mais de 95 mil pessoas passaram pela Cidade do Rock e utilizaram serviços como roda gigante, tirolesa, turbo drop, montanha russa e parede de escalada. Dentro das dependências do Rock in Rio, foram consumidos 530 mil litros de cerveja, 420 mil garrafas de água, 210 mil copos de refrigerante, 9,7 toneladas de batata, 130 mil pães de queijo, 48 mil pizzas, 29 mil cachorros quentes e 280 mil hambúrgueres. A quantidade de lixo também chamou a atenção no Rock in Rio: foram recolhidas 183,7 toneladas de resíduos, entre lixo orgânico, reciclável e de material potencialmente reciclável. 

Fonte - G1

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Ligado no Rock in Rio - Festival deve injetar R$ 1 bilhão no Rio.

Começa na próxima sexta-feira a 13ª edição do Rock In Rio, festival que irá levar ao público atrações que vão desde a banda inglesa de heavy metal Iron Maiden até a cantora pop Beyoncé. Segundo levantamento da Riotur, o impacto econômico da na cidade será de mais de R$ 1 bilhão - 15% a mais que a última edição, em 2011. A pesquisa leva em consideração que os gastos de turistas no Rio fiquem em torno de R$ 571 milhões, excluindo a compra dos ingressos e o transporte até a Cidade do Rock, em Jacarepaguá, zona oeste. A previsão dos custos com alimentação e produtos licenciados é de cerca de R$ 70 milhões. A expectativa é de que 600 mil pessoas - metade delas de fora do Rio - se deslocarão ao evento. Por conta do festival, haverá também reflexos no mercado de trabalho, com a estimativa de geração de 18 mil empregos diretos e indiretos. Já na indústria hoteleira a expectativa é de que taxa de ocupação fique em torno de 95% durante os sete dias de festival, dos dias 13 a 15 e de 19 a 22/9.

Fonte - Jornal Destak

domingo, 28 de julho de 2013

Jornada injeta R$ 1,8 bilhão no Rio.

A multidão de fiéis que passou pelo Rio de Janeiro durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) parecia, a princípio, heterogênea e indecifrável. Mas só a princípio. O peregrino que esteve na cidade era, em sua maioria, mulher, nascida em São Paulo, com idade entre 21 e 24 anos e aluna do ensino superior. Além disso, nunca havia estado no Rio. Durante o evento, desembolsou uma média diária de R$ 49,70, e isso, somado aos gastos dos estrangeiros, resultou em um impacto econômico na cidade 17 vezes maior do que a Copa das Confederações, realizada em junho. Foram estas as conclusões de pesquisa feita por cinco professores e 20 alunos da Faculdade de Turismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com a Secretaria estadual de Turismo, entre os dias 23 e 25 deste mês, com os peregrinos que circularam por Copacabana e Quinta da Boa Vista. A pesquisa ouviu 1.358 fiéis e conseguiu, além de descobrir o perfil do peregrino, calcular o volume de recursos injetado na cidade. A movimentação foi de 1.8 Bilhão de Reais ao longo da Jornada.


Fonte - Jornal O Globo

domingo, 6 de janeiro de 2013

VLT pode gerar economia de até R$ 410 milhões ao ano no Rio.

O sistema de bondes que a prefeitura quer ver operando no Centro do Rio antes dos Jogos Olímpicos de 2016 tem potencial para gerar uma economia de até R$ 410 milhões ao ano para o bolso dos cariocas e para os cofres públicos. Os números são resultado de um cálculo financeiro que leva em conta o tempo de deslocamento nos transportes público e individual, o gasto com combustíveis, as emissões de carbono dos veículos que deixarão de circular na região, a redução do número de acidentes de trânsito e até mesmo gastos com a saúde da população. Os dados fazem parte do estudo da viabilidade técnico-econômica do projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) encomendado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp) para o edital de licitação do sistema, publicado em dezembro.

Fonte - Jornal O Globo

domingo, 18 de novembro de 2012

Ligado no seu bolso: Pesquisa mostra mapa de preços do combustível no Rio.

Cachambi é o melhor lugar para se abastecer no Rio.
Uma pesquisa feita pelo Índice de Preços Ticket Car (IPTC) revela o mapa do combustível barato no Rio. Segundo o levantamento, os postos com preços mais baixos estão na Zona Norte e o Cachambi é o lugar da cidade em que os motoristas podem abastecer pelo menor preço. No bairro, a gasolina e o etanol custam, em média, R$ 2,69 e R$ 1,99, respectivamente. Na Zona Oeste, os menores preços estão no Pechincha, onde a gasolina sai por R$ 2,78 e o etanol por R$ 2,13. Enquanto na Zona Sul é em Laranjeiras que se economiza mais, com médias de R$ 2,89 para a gasolina e R$ 2,29 para o álcool. O Jardim Botânico é o bairro com o combustível mais caro da cidade, com preços médios de R$ 3,09 e R$ 2,49, respectivamente. A pesquisa revelou ainda que, no Rio, tem saído mais barato abastecer o carro com gasolina, já que, apesar de mais barato, o rendimento do etanol é menor. Para saber qual dos dois combustíveis tem preço mais vantajoso, os motoristas podem fazer uma conta simples: basta dividir o preço do álcool pelo da gasolina. Se o resultado for um valor menor ou igual a 70, o melhor é abastecer com etanol.
Fonte: Veja Rio






terça-feira, 2 de outubro de 2012

Comércio da Rocinha movimenta economia da cidade.

O comércio e os empreendimentos em comunidades cariocas estão movimentando a economia do Rio de Janeiro, totalizando R$ 13 bilhões por ano. A menos de dois meses de completar um ano de pacificação, a Rocinha está entre as comunidades que ajudam no desenvolvimento da capital fluminense. Além disso, parte de seus moradores já pertencem à nova classe média, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa). O estudo encomendado pela Rádio BEAT98, do Sistema Globo de Rádio, foi realizado em agosto no Alemão, Rocinha, Chatuba, Salgueiro e Cidade de Deus. Foram entrevistados 100 moradores de cada comunidade. Na pesquisa, foi constatado que o percentual das classes A/B e C que mora nos morros é de 13% e 66%, respectivamente. No estudo, são consideradas das classes médias e A e B famílias com renda per capita de R$ 291 a R$ 1.019 e orçamento acima de R$ 1.019.

Fonte - Portal do Governo do Estado

terça-feira, 17 de abril de 2012

Lixo vai reduzir conta de luz em Búzios.

Depois de moradores  de São Gonçalo, Niterói, Campos, Petrópolis, Teresópolis, Magé e Araruama, agora é a vez de quem mora em Búzios, na Região dos Lagos do estado, poder zerar a conta de luz reciclando o lixo doméstico. Conforme antecipou ontem a Coluna ‘Informe do Dia’, a concessionária de energia Ampla inaugura quinta-feira na cidade um posto de reciclagem do projeto ‘Ecoampla’. A iniciativa gera redução da tarifa de energia elétrica. Quem gasta R$ 100 por mês, em média, com luz pode, por exemplo, não pagar nada reciclando 50 quilos de latinha de alumínio. Além do metal, o posto pesa na hora papel, plástico, vidro e óleo de cozinha. Chegou a hora da população de Búzios fazer a sua parte pelo meio ambiente e também economizar na conta de luz, não percam essa oportunidade. 

Fonte - Jornal O Dia