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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

IML do Rio inaugura Sala Lilás para mulheres vítimas de violência.

O chefe de Polícia Civil do Rio, Fernando Veloso, afirmou nesta sexta-feira (4) que está tentando pagar uma dívida com as mulheres cariocas vítimas de violência. Durante a inauguração da Sala Lilás - onde serão realizados exames periciais - no Instituto Médico Legal, no Centro do Rio, Veloso disse que ainda há muito a ser feito para elas. A juíza assistente da presidência do Tribunal de Justiça do Rio, Adriana Ramos de Mello, afirmou que o atendimento às mulheres vítimas de violência é muito importante para conseguir a condenação dos agressores. De acordo com ela, a qualidade do atendimento que era feito no IML era uma das maiores reclamações das vítimas. Muitas mulheres que sofriam algum tipo de violência desistiam de passar pelo atendimento, o que dificultava o recolhimento de provas contra o suspeito.
 
Fonte - G1

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Polícia Civil inaugura no IML do Rio posto que emite certidão de óbito.

A Polícia Civil inaugurou na manhã desta quinta-feira (23) uma Unidade Interligada de Registro Civil no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, na Zona Portuária do Rio. O novo sistema, implantado em parceria com a Corregedoria Geral de Justiça, facilita a emissão de documentos para liberar corpos do IML. A instalação ficará ao lado da entrada principal do instituto e funcionará diariamente. O chefe de Polícia Civil do Rio, Fernando Veloso, afirmou que a iniciativa pretende minimizar a dor de pessoas que perderam um ente querido. "São vários aspectos que melhoram com a implantação dessa unidade. Essa iniciativa é inovadora no estado do Rio, os entes dos falecidos não vão precisar mais se deslocar até o cartório. Essa unidade ficará sediada aqui no IML, então cria um facilitador para essas pessoas. A gente vai conseguir liberar os corpos de uma forma mais rápida. A unidade consegue estabelecer um contato eletrônico para conseguir a liberação. Ganha a polícia Civil, ganha o Tribunal de Justiça e ganha a sociedade. É uma forma que a Polícia Civil, junto com o Tribunal de Justiça, encontrou para minimizar a dor das pessoas", relatou Veloso.

Fonte - G1